Cultura

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Sala de espera e corredor de arte da Emana Saúde em Goiânia

Emana Cultura · Goiânia

Cuidar também é participar da vida da cidade.

Emana Cultura é uma dimensão da Emana Saúde. A partir de Goiânia e do Centro-Oeste, articula acervo, artistas, literatura, mediação e relações institucionais para ampliar repertório e presença cultural.

Arte que circula. Repertório que permanece. Cidade que participa.

Uma escolha de origem

A arte faz parte da Emana desde o começo.

Desde o plano de negócios do Centro Médico, Emanuel Josue e José Seronni definiram que o ambiente de cuidado não teria a impessoalidade de uma clínica convencional. Arte, arquitetura e design entraram no projeto como parte da experiência.

O Centro Médico é hoje uma das casas onde a dimensão cultural da Emana se manifesta. Essa visão pertence à instituição e se estende a outros espaços, relações e públicos.

Antes mesmo da Emana, José já levava obras a outros espaços de saúde em Goiânia. Essa experiência encontrou uma estrutura permanente na Emana Cultura, responsável pelo Acervo Emana e pela relação cultural da instituição com artistas, parceiros, instituições e cidade.

O objetivo não é usar arte para ilustrar a saúde. É reconhecer que repertório, imaginação e encontro também fazem parte da maneira como uma instituição ocupa o mundo.

Nota curatorial

O Acervo Emana não ilustra a saúde. Ele amplia a experiência humana.

A arte não precisa de uma justificativa terapêutica ou médica para estar em um espaço de saúde. Buscamos trabalhos capazes de sustentar presença, abrir perguntas e colocar em convivência territórios, memórias, paisagens, cidades, conhecimentos e diferentes modos de imaginar o mundo. Partimos de Goiás e do Centro-Oeste porque este é o território que nos forma. Dialogamos com o Brasil e o mundo porque repertório também se constrói por encontro.

Direção de Cultura · Emana Saúde

Acervo Emana

Um acervo vivo, feito para circular.

O Acervo Emana reúne obras escolhidas para permanecer ou circular pelos espaços da instituição. A seleção parte do Centro-Oeste, dialoga com diferentes regiões do Brasil e preserva a autonomia da arte, sem reduzi-la a decoração ou argumento clínico.

Sala de Estratégia da Emana com obras do Coletivo MAHKU e de Virgilio Neto
Sala de EstratégiaColetivo MAHKU e Virgilio Neto convivem com o banco da Poltrona Mole, de Sergio Rodrigues. Arte e design ocupam um ambiente de decisão sem funcionar como pano de fundo.

Leituras do acervo

Curadoria não é encaixar artistas em temas. É perceber relações.

Algumas conversas aparecem com força no conjunto e ajudam a entender o ponto de vista do Acervo Emana sem transformar as obras em ilustração de uma tese institucional.

01

Território e pertencimento

O acervo aproxima perspectivas que partem de territórios específicos e carregam memória, identidade e modos próprios de produzir conhecimento.

Coletivo MAHKU · Bárbara Savannah

02

Cidade, paisagem e transformação

Arquitetura, Cerrado, ambiente e transformação aparecem como formas de observar como habitamos e imaginamos o lugar em que vivemos.

Talles Lopes · Fernanda Adamski

03

Memória e experiência humana

Afeto, infância e memória atravessam trabalhos que aproximam a experiência íntima de questões compartilhadas por diferentes gerações.

Emilliano Freitas · outros diálogos do acervo

Sala de Estratégia da Emana com obras de Gabriel Ketu, Talles Lopes, Fernanda Adamski e escultura de Renan Fiorindo

Arte, design e arquitetura

O repertório também está no que se toca, ocupa e atravessa.

Na Sala de Estratégia, arte contemporânea, design brasileiro e materialidade participam do mesmo ambiente. A composição não busca uniformidade. O interesse está na convivência entre linguagens.

Design brasileiroCadeiras de Zanini de Zanine.
MaterialidadeMesa em mármore Verde Guatemala.
Arte no espaçoObras de Gabriel Ketu e Talles Lopes, duas obras de Fernanda Adamski acima da poltrona e escultura de Renan Fiorindo.

Literatura e outros repertórios

A cultura também se lê.

Benny, o inventor, de Jacques Fux, é um exemplo de como a literatura pode circular pela Emana e abrir conversas sobre diferença, comunicação e vínculos familiares.

A cultura da Emana não termina nas artes visuais. Literatura entra quando amplia repertório e cria novas formas de perceber a experiência humana.

Cultura em circulação

O acervo ganha sentido quando cria relação.

A Emana Cultura organiza mediação, encontros e parcerias para que arte e repertório circulem entre pessoas, instituições e diferentes frentes do ecossistema Emana.

01 · VISITAR

Encontrar o acervo de perto

A política de acesso combina encontros por convite e momentos de portas abertas em horários definidos. José Seronni conduz visitas e conversas, com participação de artistas, curadores e convidados conforme cada recorte.

02 · ENCONTRAR

Criar relações culturais

Artistas, museus, universidades, residências e outras instituições fazem parte do campo de relações da Emana Cultura para exposições, conversas, circulação e projetos construídos em conjunto.

03 · CONSTRUIR JUNTO

Fazer uma ideia atravessar fronteiras

Uma ação cultural pode gerar visita, apoio empresarial, conversa, vídeo, ensaio, publicação ou parceria acadêmica. Cultura se conecta a Conhecimento e Empresas sem perder autonomia.

José Seronni em ambiente com obras de arte

Direção de Cultura

José Seronni

Colecionador de arte contemporânea e articulador cultural, José Seronni mantém uma relação próxima com a produção de Goiás e do Centro-Oeste. Antes da Emana, já apoiava artistas, exposições e residências, promovendo a circulação de obras e o encontro com novos públicos. Projetos como Legado em Movimento, em Goiânia, expressam uma prática em que colecionar envolve responsabilidade cultural.

Na Emana, esse repertório está a serviço de uma visão institucional: José conduz o Acervo Emana e as relações com artistas, curadores, instituições e parceiros. Sua direção aproxima a experiência anterior do colecionismo de uma dimensão cultural voltada à circulação, à formação de públicos e à participação na vida da cidade.

“A decoração ocupa um espaço; a cultura cria relações.”José Seronni

Goiânia como ponto de partida

O que recebemos da cidade também deve voltar para ela.

A Emana participa da vida de Goiânia como instituição de saúde, conhecimento e cultura. É daqui que o acervo, as relações e o repertório encontram público, ganham continuidade e podem alcançar outros territórios.

Emana Cultura
Partimos do Centro-Oeste e mantemos diálogo com o Brasil e o mundo.
Fachada da Emana Saúde no Setor Sul em Goiânia